quarta-feira, 30 de maio de 2012

Tabela de preços do Japan Rail Pass - JRP - passe de trem japonês

JRP - Tabela com valores em DOLAR
Comum Green
Tipo Adulto Criança Tipo Adulto Criança
07 dias US$368 US$181 07 dias US$485 US$242
14 dias US$586 US$289 14 dias US$785 US$392
21 dias US$749 US$370 21 dias US$1021 US$510
OBS.: Os valores estão sujeitos a possíveis alterações sem previo aviso.
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JRP - Tabela com valores em REAL
Comum Green
Tipo Adulto Criança Tipo Adulto Criança
07 dias R$699 R$344 07 dias R$922 R$460
14 dias R$1.113 R$549 14 dias R$1.492 R$745
21 dias R$1.423 R$703 21 dias R$1.940 R$969
OBS.: Os valores estão sujeitos a possíveis alterações sem previo aviso.
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JRP - Tabela com valores em YEN
Comum Green
Tipo Adulto Criança Tipo Adulto Criança
07 dias ¥28.300 ¥14.150 07 dias ¥37.800 ¥18.900
14 dias ¥45.100 ¥22.550 14 dias ¥61.200 ¥30.600
21 dias ¥57.700 ¥28.850 21 dias ¥79.600 ¥39.800
OBS.: Os valores estão sujeitos a possíveis alterações sem prévio aviso.
Contato para emissão de Japan Rail Pass (JRP)
Tel 11 3101-8193

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Na Ásia, as ferrovias mais extensas

Muito antes de a Europa perceber que era preciso multiplicar e modernizar a malha ferroviária, nos anos 1980, os japoneses inauguravam sua primeira linha de alta velocidade. O Shinkansen (ou simplesmente trem-bala), estreou durante os Jogos Olímpicos de 1964 no trajeto Tóquio- Osaka. As composições se deslocavam a uma velocidade de 217 quilômetros por hora, algo bastante avançado para a época.

De lá para cá o país estabeleceu uma rede de mais de 2,5 mil quilômetros de trilhos percorridos em alta velocidade - e tratou de acelerar ainda mais seus vagões.  Hoje, os principais trechos que conectam as grandes e populosas metrópoles nipônicas são percorridos a uma velocidade de 300 quilômetros por hora. Consequentemente, a cultura dos trens rápidos se tornou uma das marcas nacionais.

Agora, é a vez da vizinha China chamar a atenção do mundo com a inauguração de mais um trecho para trens rápidos, passando a concentrar a maior malha ferroviária de alta velocidade do mundo inteiro. Com investimento de US$ 33 bilhões, 1.318 quilômetros de ferrovias rápidas foram construídos de uma vez só, dando vida à Harmony Express, inaugurada em julho do ano passado. A linha liga Pequim, a capital do país, ao centro financeiro Xangai em 4h48. O sistema comum faz o mesmo percurso em 10 horas.

A obra, que levou 39 meses, foi concluída um ano antes da previsão inicial e foi a mais cara realizada desde a chegada do Partido Comunista ao poder, em 1949. O que comprova a ambição chinesa de se tornar uma potência neste tipo de transporte. Até o final de 2013, a rede de altíssima velocidade chinesa já deverá ter superado os 13 mil quilômetros, somando quase o dobro de todas as linhas do tipo em todos os outros países.
Fonte: O Estado de S.Paulo

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

JRP Japan Rail Pass - como adquirir


JRP Japan Rail Pass

O Japão oferece uma das mais confortáveis e eficientes redes ferroviárias do mundo. Os trens são seguros, velozes, pontuais e econômicos. Para facilitar as viagens dos turistas estrangeiros no território do Japão, foi criado o passe de trem Japan Rail Pass. São disponíveis em duas classes: a comum (ordinary) e a de luxo (green). A maior vantagem na utilização desses passes é que as viagens são ilimitadas durante sua validade, isto é, duram 7, 14 ou 21 dias consecutivos. Por ser um incentivo do governo japonês a turistas de outras nacionalidades, esses passes só podem ser adquiridos somente fora do Japão, no caso, no Brasil.

Para adquirir o Japan Rail Pass no Brail entre em contato pelo telefone 11 3101-8193 ou pelo e-mail japanrail@hotmail.com que lhe daremos todas as informações possíveis.

O Tokaido-Sanyo Shinkansen cobre a distância de 1.176 km entre Tóquio e Hakata em 6 horas. O Tohoku Shinkansen liga Tóquio a Morioka em 2 horas e 40 minutos, cobrindo 535 km. O Joetsu Shinkansen liga Tóquio a Niigata em 1 horas e 40 minutos, cobrindo 334 km. As passagens variam segundo a distância.

 

Entrega de Japan rail Pass em Domicílio

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Shigoto.com Agencia de Turismo
Largo Sete de Setembro, 52 sl 1102 e 1103
Liberdade – São Paulo – SP CEP – 01501-050
Tel 11 3101-8193 – Cel 11 9445-4148
E-mail cori@shigoto.com.br / MSN shigoto@hotmail.com
Skype: shigoto.com - MTUR 26.018870.10.01-7

sábado, 28 de maio de 2011

Emprego no Japão: Hora de recomeçar para os dekasseguis

Na década passada, os dekasseguis mandavam do Japão para o Brasil, anualmente, perto de US$ 2 bilhões, segundo estimativas oficiais. Em 2002, mandaram US$ 2,5 bilhões. Eram mais de 300 mil brasileiros descendentes de japoneses, que foram trabalhar na terra de seus ancestrais. Em 2008, veio a crise mundial – e a economia japonesa foi seriamente afetada. E, neste ano, a tragédia com o terremoto seguido de tsunami.



Com tudo isso, quem hoje quer ser dekassegui? Muita gente. Entre os que vieram desempregados pela crise, ou fugidos do cataclismo de 11 de março, há muitos planos para o retorno. Afinal, a região destruída, localizada na costa nordeste do Japão, terá de ser reconstruída. E isso vai exigir muita mão de obra.

Essa, no momento, é uma ideia não só falsa, como perigosa. Quem diz são pessoas que, há anos, lidam diretamente com os esses imigrantes. É o caso de Cori Passos, sócio da Shigoto.com, agência que há 12 anos cuida da colocação e viagem de dekasseguis. Ele disse que a reconstrução, em várias regiões, vai demorar. "Muitas cidades ficam na área contaminada pela radiação atômica", avaliou.

Na Associação Brasileira de Dekasseguis (ABD), fundada há 14 anos em Curitiba (PR), o tom é o mesmo. Glória Takemoto Hamasaki, que lida diretamente com os interessados, pede "bom senso" aos que querem voltar agora. "Não há condições atualmente. O governo do Japão está com dificuldade em manter as pessoas, garantir comida e água."

As perspectivas são de que a necessidade de mão de obra aumente a partir do fim do ano. O Conselho para o Planejamento da Reconstrução do Japão previu, nos últimos dias, que o trabalho dure dez anos. Além disso, os postos que eram ocupados pelos 14,5 mil mortos (e número semelhante de desaparecidos) terão que ser preenchidos.

Mas ninguém quer esperar. Cori afirmou que muitos já chegam com o passaporte dizendo 'chega lá eu me viro'. "Mas hoje a situação está difícil", disse. Segundo Glória, eles se queixam de que fazem jornada regular de trabalho, de oito horas, e que a hora extra desapareceu.

Há os que querem mudar de emprego. "Eu digo não, estão ganhando pouco mas é garantido. Dá para pagar o aluguel, que é caro. Um casal paga US$ 700 (cerca de R$ 1,12 mil)." Para quem quer voltar ou quem quer ir, a especialista é taxativa: "Eu não aconselho. É bom cada um ficar no seu canto, é um risco ficar se mexendo nessa hora."

Glória salientou o problema da especialização da mão de obra. "Muitos não têm qualificação; aprenderam o trabalho lá no Japão como peões de linha de montagem de banco de veículo, por exemplo. Vão querer um posto de trabalho e não vão encontrar."

Em último caso, o conselho dela é: "Melhor vir do que ir". Afinal, aqui sempre se pode conseguir emprego com um parente, com ajuda de um amigo. "Lá não tem condições."
E há outro ponto, diz Helena Sanada, do Centro de Formação e Apoio do Trabalhador no Exterior (Ciate). "Depois da crise de 2008, o Japão passou a exigir que o dekassegui saiba falar, ler e escrever, ainda que minimamente, o japonês".

O Ciate é mantido pelo Ministério do Trabalho do Japão. Na década de 1990, quando os dekasseguis começaram a chegar, não sabiam nada sobre os costumes e as leis do país. O centro foi criado para orientar. Por mês, cerca de 150 interessados se inscreviam no curso, para aprender a língua japonesa, entre outros conhecimentos. Agora, a procura caiu a quase zero.

Novo cenário – Cori lembrou que o mercado de trabalho japonês mudou bastante. O setor de alimentação sempre esteve entre os que mais empregam. Mas, com o vazamento de radiação da usina de Fukushima e a contaminação de alimentos, as exportações de seus produtos declinaram.

Os dekasseguis que têm voltado desde a crise global de 2008 chegam com pouco dinheiro, constatou Glória, da ABD. Tradicionalmente, eles vinham depois de conseguir guardar uma boa quantia, muitas vezes suficiente para comprar uma casa. "Agora, eles vão embora insatisfeitos, por não terem alcançado seus objetivos." Isso explica também porque muitos querem retornar.

No caso dos que chegam, a ABD procura orientar sobre as condições atuais do mercado de trabalho brasileiro. Uma das saídas indicadas pela associação é a abertura de um negócio próprio.

Japão assiste à revoada dos estrangeiros
Os estrangeiros que deixaram o Japão, depois da tragédia de 11 de março, estão sendo chamados pelos japoneses de Flyjin – os gaijins (estrangeiros) que voaram (fly). Entre eles estavam, até 8 de abril, 7.472 brasileiros.

Os números são do Departamento de Imigração do Ministério da Justiça. Antes do 11 de março, havia no Japão 254 mil brasileiros. Formavam o terceiro maior contingente de dekasseguis, depois dos chineses e coreanos. Cerca de 185 mil chineses, 106 mil coreanos e quase 40 mil americanos também se foram.

O termo Flyjin está sendo usado informalmente em redes sociais e mensagens na internet. Seria uma reação dos japoneses que se mantiveram nos postos de trabalho, enquanto os estrangeiros fugiam. Entre esses, circula na colônia uma resposta pronta. Eles dizem que, nas demissões de 2008, motivadas pela crise econômica mundial, os japoneses foram poupados. E os estrangeiros, dispensados. E aqueles não reclamaram, como fazem agora.
Fonte: Diário do Comércio por Valdir Sanches
Fotos:
Jaime Oide e Sílvia Zamboni/Folhapress

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Trem bala entre Tóquio e Sendai volta a funcionar

A retomada do transporte pode ajudar a reconstrução da região de Tohoku, mais afetada pelo tsunami de março

Trem-bala de Pequim 4Recuperação do serviço após quase um mês e meio de parada brusca restabeleceu o trecho entre as cidades de Fukushima e Sendai. (Getty Images)


O trem bala japonês (shinkansen) entre Tóquio e Sendai, cidade que foi muito afetada pelo tsunami, voltou a funcionar nesta segunda-feira pela primeira vez desde a catástrofe do dia 11 de março, informou a agência "Kyodo".

A recuperação do serviço após quase um mês e meio de parada brusca se deve a que hoje se restabeleceu o trecho entre a cidade de Fukushima e Sendai, capital de Miyagi, província na qual o desastre deixou 8.669 mortos e 6.856 desaparecidos, segundo a última apuração policial.

Espera-se que a restituição da alta velocidade entre Tóquio e Sendai, a cerca de 200 quilômetros ao norte da capital japonesa, ajude a acelerar a reconstrução e a potencializar o turismo na região de Tohoku, a mais afetada pelo tsunami.

A companhia operadora, a JR East, disse que na sexta-feira, 29 de abril, voltará também a funcionar todo o traçado desta linha de shinkansen, que une Tóquio e a cidade de Aomori, no extremo norte da ilha de Honshu.

As linhas aéreas japonesas JAL e ANA anunciaram na semana passada que as reservas para viajar para esta região do nordeste japonês durante a Golden Week (semana dourada), que começa no dia 29 de abril, aumentaram a tal ponto que ambas planejam fretar 450 voos extras.

O aeroporto da cidade de Sendai, que foi coberto pela onda gigante no dia 11 de março, começou a funcionar parcialmente em 13 de abril com conexões com Tóquio e Osaka, enquanto o porto reabriu ao tráfego comercial em 16 de abril.

O terremoto e o tsunami do dia 11 de março paralisaram linhas ferroviárias no norte do país, destruíram infraestruturas básicas e deixaram 14.340 mortos e 11.889 desaparecidos, segundo os últimos dados da Polícia japonesa.
Fonte: Exame com EFE

quinta-feira, 3 de março de 2011

Japão vai inaugurar trem-bala mais veloz e confortável

O Japão irá lançar neste fim de semana seu novo trem-bala da última geração, com vagões elegantes em verde e prata com faixas rosas e um nome inspirado no falcão peregrino.
O 'Hayabusa', a primeira versão modernizada do trem-bala japonês desde a frota anterior, lançada há 14 anos, causou muito rebuliço entre os entusiastas de trens. Um ingresso para a estreia, no sábado, foi vendido por milhares de dólares na Internet, segundo a mídia.
O trem atinge uma velocidade de 300 quilômetros por hora, tornando-o no mais rápido do Japão -- pouco atrás da chinesa Harmony Express, uma linha de alta-velocidade que chega a 350 quilômetros por hora.
'Realmente, o trem-bala representa o alto nível de nossa empresa e da tecnologia do Japão', disse Tomoyuki Endo, gerente do Shinkansen Group do East Japan Railway Company.
'Não apenas por ser de alta velocidade, mas também por ser ecológico, confiável e ter um desempenho mecânico confortável, além de ser um serviço elegante para passageiros', acrescentou.
O trem oferece um serviço 'GranClass' com assentos de couro, iluminação pessoal para leitura e descanso para as pernas, junto com acesso irrestrito a bebidas alcoólicas e refeições leves -- por um custo extra de 9.490 ienes (116 dólares), dependendo do destino.
O primeiro trem-bala do Japão foi inaugurado em 1o de outubro de 1964, e durante quase duas décadas foi o trem de passageiros mais rápido do mundo. Nestes 46 anos, o sistema não registrou nenhum acidente fatal, apesar da alta velocidade e dos frequentes desastres naturais do Japão.
Fonte: G1 com Reuters